O Eisteddfod — por Hermes Teófilo

 


Em um canto remoto da Europa, onde montanhas se erguem sobre vales verdejantes e o mar bate contra penhascos milenares, uma tradição cultural sobreviveu a invasões, leis repressivas e séculos de marginalização linguística. Essa tradição não é apenas um festival — é um ato de resistência, uma cerimônia de memória, um juramento coletivo de identidade. Trata-se do Eisteddfod, o mais antigo e contínuo festival de música, poesia e língua da Europa ocidental, cujas raízes mergulham fundo na Idade Média galesa e cujos ecos ainda ressoam com força nas ruas, palcos e corações do País de Gales contemporâneo.

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