A Ascensão dos Dragões — por Jairo Trindade

 


Há, nas margens do tempo, criaturas que não pertencem inteiramente ao mundo visível, mas que habitam com firmeza o reino das histórias. Entre elas, nenhuma é tão vasta, tão ambígua, tão carregada de simbolismo quanto o dragão. Não se trata de uma besta única, mas de uma ideia que se ramifica — ora como terror alado, ora como guardião sábio; ora como fogo devorador, ora como espírito celeste. Sua forma varia conforme o solo que a alimenta: nas planícies da China, desliza serpenteando entre nuvens de incenso e imperadores; nas terras úmidas dos Países Baixos, emerge do pântano como um eco das águas revoltas; nas montanhas germânicas, repousa sobre tesouros malditos, sussurrando em runas esquecidas.

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